Auto-Retrato inspirado em Adriana Calcanhoto e Ana!!! Meu nome é Adriana.Vou falar de mim! Eu amo Florbela Espanca e Cecília Meireles. Ops! Drumond também. Aliás eu adoro todos os escritores mágicos que me perturbem com pensamentos. Adoro dar aulas.Ser professora me faz sentir a vida e esqueço do mundo quando estou na sala de aula. Está bem!!! Às vezes, eu quero sair correndo de lá. Sou teimosa. Tenho poucos amigos. Amo meus poucos amigos. Sou pontual. Não gosto de gente lenta. Quero um príncipe encantado.Odeio pessoas que me dizem o que fazer mas não sabem como fazê-lo sozinhas. Tenho medo da morte, mas confesso que ela me fascina (...) A morte era uma coisa cinzenta, escura, sem a graça, sem a delicadeza e o calor, a força macia de um braço ou de uma coxa, a suave irradiação da pele de um corpo (...) Rubem Braga. O que é a morte? Minha única certeza. Adoro meu amigo Adriano, sinto saudades dele. Um dia vou a França. Li Simone de Beauvoir e Emile Bronté. Fui uma moça quase bem comportada. Não ligo para dinheiro mas preciso dele.Tomo muito café. Sinto saudades de alguém. Adoro dar presentes. Sou infantil. Amo desenhos e ainda os assisto. Cobrança me cansa. Burrice e chatice também.Eu escrevo como tomo água. Amo todo tipo de arte. Amo o cinema alternativo e filmes antigos. Adoro dramas. Preciso aprender a estar só, e a vida está me ensinando isso. Sou fiel a quem amo. Amo muito, poucos. Tenho dificuldades em dizer não, mas estou resolvendo isso. Cozinho muito bem. Não gosto de rotina mas ela me persegue. Adoro cores. Adoro tinta. Amo escrever. Adoro flores e animais. Às vezes, me acho chata, principalmente uma vez por mês. Ando ficando insensível. Amo coisas antigas. Amo Picasso e Paul Cezanne. Sou mais baixa do que gostaria. Já fui muito feliz. Ainda vou ser muito mais feliz.(Será?) Durmo bem menos do que gostaria. Adoro preto e rosa. Adorei Diário de uma Paixão. Choro toda vez que vejo a foto da minha avó Julia. Adoro meus olhos. Eu gosto mais do fantasma da ópera e queria que ele tivesse ficado com Christine. Tenho bom humor. Uso óculos .Gosto de vinho. Tenho medo de altura. Detesto gente pedante. Adoro surpresas. Gosto de ganhar flores. Ando meio decepcionada com as pessoas. Não me canso de quebrar a cara.Choro à noite escondida. Um dia vou encontrar quem está me procurando. Eu amo viver! EU Florbela Espanca Eu sou a que no mundo anda perdida, Eu sou a que na vida não tem norte, Sou a irmã do Sonho, e desta sorte Sou a crucificada... a dolorida... Sombra de névoa ténue e esvaecida, E que o destino, amargo, triste e forte, Impele brutalmente para a morte! Alma de luto sempre incompreendida! Sou aquela que passa e ninguém vê... Sou a que chamam triste sem o ser... Sou a que chora sem saber porquê... Sou talvez a visão que Alguém sonhou, Alguém que veio ao mundo pra me ver E que nunca na vida me encontrou! MEUS LIVROS:"O nome da rosa". Umberto Eco, "O morro dos ventos uivantes" Emile Brontè, "Admirável Mundo Novo", Aldous Huxley, "Poesia" Adélia Prado,"As portas da percepção" Adolf Huxley,"A dama das Camélias" Alexandre Dumas Filho,"O ciúme"Allain Robbe-Grillet ,"A laranja Mecância"Anthony Burgess,"O pequeno príncipe"Antoiny Saint Exupery,"O auto da compadecida" Ariano Suassuna,"Arte poética" Aristóteles,"Drácula"Bram Stocker ,"Amor de Perdição"Camilo Castelo Branco, "Poesia"Drumond, "Poesia"Baudelaire, "Grandes esperanças"Charles Dickens, "O Código da Vinci"Dan Brown ,"Mol Flanders"Daniel Defoe,"A Divina Comédia"Dante Alighieri ,"Salmos"David,"Os Maias"Eça de Queirós,"Poesia"Edgar Allan Poe ,"Passagem para a Índia"Edward Morgan Forster,"Germinal"Emile Zola,"O Tempo e o Vento"Érico Veríssimo,"Por quem os Sinos Dobram "Ernest Hemingway,"Fábulas"Esopo, "Poesia"Ezra Pound, "Curso de Linguística Geral"Ferdinand de Saussure,"Poesia"Fernando Pessoa, "Novum Organum"Francis Bacon, "A Metamorfose"Franz Kafka. "O caçador de pipas" "A menina que roubava livros" MINHAS MÚSICAS:Tristesse by Chopin, Moonlight sonata e Ode to joy (Beethoven) MEUS FILMES:O pianista,Em algum lugar do passado,Quatro casamentos e um funeral, a vida é bela,Alguém tem que ceder,Advogado do diabo, Diário de uma paixão, Casa de Areia e Névoa, Um amor para recordar, A vida de David Gale, Mar adentro, O fantasma da Ópera,A fantástica fábrica de chocolate,Morte em Veneza, Narciso Negro, O jardineiro fiel,Morangos silvestres, Sociedade dos Poetas Mortos, Colcha de Retalhos,Drácula, dirigido por Francis Ford Copola,Uma mente brilhante,Doce Novembro,Sociedade dos Poetas Mortos, etc.

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SONHOS

Sonhos! Sonhos! Sonhos!

Por que sonhamos? É algo nato, não é? Como outras coisas que fazemos.

Quando o bebê nasce, a primeira coisa é chorar. E quando começa a entender sobre o mundo e tudo mais?

Aprende a sonhar.

Primeiro com o novo brinquedo, os folguedos da escola...os amores, as realizações.

E quando se sonha demais? É um transtorno? Às vezes, sim.

Eu queria sonhar menos, mas talvez realizasse menos também. O difícil é quando você nem realizou o que precisa e, lá vem outro sonho.

Mas, é como um combustível. Sonhar transborda vida. Só não sonha quem já morreu. Li um artigo na Folha SP de domingo, achei interessante, que a falta de perspectiva de alguns governos e falta de projetos, gera o caos.

Na nossa vida é a mesma coisa. É um caos absoluto não se ter projetos ou sonhos. Uma inércia.

A saga de um campeão
por Camila Micheletti

Poderia ser mais um dia ensolarado e igual a todos os outros, mas 06 de setembro de 1998, para Lars Grael, iatista e medalhista olímpico - duas medalhas de bronze: em Seul/88, e em Atlanta/96 - foi um dia que ficará marcado para sempre em sua vida. Foi nesta ocasião, quando treinava para os Jogos de Sydney, que um barco atingiu seu veleiro, acabou tirando-lhe a perna e, por muito pouco, não lhe tira a vida também.

A trajetória de desafios constantes, vitórias, derrotas e, sobretudo, superação do esportista era uma das palestras mais aguardadas do segundo dia da Career Fair - e foi sem dúvida uma das mais aplaudidas.

Lars começou sua apresentação afirmando que seu exemplo de superação não se restringe ao momento do acidente, mas à toda a trajetória do esporte da vela. Segundo ele, há 30 anos, quando ele começou, existia um estigma muito grande contra este esporte, considerado de elite. Daí o desafio de se conseguir patrocínio, ser reconhecido e não ser tratado como um 'vagabundo' quando voltava de uma competição.

Os anos de ouro foram de 1984 a 1988 e culminou com o reconhecimento de um empresário, que se sensibilizou com a história de Lars e resolveu apostar no atleta. O patrocínio veio em ótima hora, já que Lars estava pronto para competir em Seul, mas não tinha um barco com condições para tal. Ele e o parceiro Clínio de Freitas conquistaram a medalha de bronze nesta Olimpíada.

"Em 1992, nas Olímpiadas de Barcelona, éramos os favoritos, o parâmetro a ser vencido pelos adversários". Mas não foi bem isso que aconteceu. Contrariando as expectativas, eles ficaram num modesto 8º lugar. Segundo ele, a fase pós-Barcelona foi muito complicada. "Já sem patrocínio, o sonho de viver de vento ficava cada vez mais difícil."

Quatro anos depois, as Olimpíadas de Atlanta registraram um fato histórico: pela primeira vez, o Brasil venceu no quadro de medalhas na vela, esporte pouco conhecido por aqui. O irmão de Lars, Torbe Grael, trouxe o ouro para casa; Lars levou mais um bronze, junto com o parceiro Kiko Pellicano. "Neste momento senti que a motivação e as palavras de incentivo do treinador fizeram muita diferença e ajudaram na conquista da medalha", contou ele.

O fatídico acidente aconteceu dois anos depois. Longe de ter se tornado um homem amargurado, dependente e infeliz, o atleta demonstra uma força de vontade e determinação contagiante. "Tudo na vida depende do prisma que você olha a situação. Não foi nesse dia que perdi a perna. Foi lá que ganhei a vida".

A repercussão do acidente assustou um pouco Grael, que ficou muito emocionado e sensibilizado com as demontrações de carinho e afeto, que vieram de todas as partes do país. "Achava que vivia no acostamento do sucesso. Infelizmente, a tragédia tem mais repercussão que a glória. Mas da situação ruim surgiram boas oportunidades. Tive que reaprender a viver".

Voltar a velejar e competir com a força de antes é praticamente impossível, por que a classe que Lars competia, Tornado, exige muita força física, principalmente das pernas. O que não quer dizer que ele vai deixar a vela de lado. Muito pelo contrário: Lars está competindo pela vela oceânica e já faturou alguns campeonatos, inclusive um merecido 1º lugar no Campeonato Brasileiro de Vela Oceânica de 2004, realizado em abril no litoral de São Paulo.

Mas, atualmente, a principal ocupação dele vem sendo a política. Com o acidente, Lars Grael recebeu um convite para ser o Secretário Nacional de Esportes, cargo que ocupou até 2003, quando foi convidado pelo Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, a assumir a Secretaria da Juventude, Esporte e Lazer do Estado. "Sempre fui muito atuante. Gosto de política. Por isso aceitei o desafio de ser secretário".

Além de ser uma história que demonstra a garra de alguém que soube driblar as dificuldades e retomar a vida, a trajetória de Lars Grael é um exemplo para aqueles que teimam em não levantar após a primeira, segunda ou terceira queda. Pense em "superar limites" quando você perder o emprego, tiver um problema muito difícil para resolver ou passar por um momento de muita tristeza, decepção, morte. "Você pode aprender muito com a derrota e tirar uma coisa boa desse momento ruim", ensina o esportista.



- Postado por: Drika às 22h56
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PARTE II  RELIGIOSIDADE

 

Órgão Oficial do

Centro de Estudos - Departamento de Psiquiatria - UNIFESP/EPM

Se durante séculos religião e ciência ocuparam domínios completamente separados, essa virada de milênio reservou uma reviravolta no assunto. De parte a parte, ciência e religião vêm mostrando um mútuo interesse de aproximação. João Paulo II1 marcou essa tendência na encíclica Fides et Rati (1998), em que afirma que “a fé e a razão constituem como que as duas asas pelas quais o espírito humano se eleva para a contemplação da verdade”.

Em sintonia com a abertura da igreja, numerosos cientistas manifestam não somente o desejo de corresponder ao apelo aproximativo, mas, concretamente, realizam investigações científicas sobre as variadas circunstâncias da religião na vida dos homens. Assim, atualmente é comum o desenvolvimento de pesquisas sobre a temática, tanto nos veículos especializados quanto nos meios variados da mídia.

É provável que as manifestações religiosas de Einstein, primeiramente expressas em 1950,2 sejam, de parte do mundo científico da modernidade, um dos primeiros passos facilitadores dessa aproximação. Logo, Einstein referiu que um cientista podia, efetivamente, ser um homem religioso. Ele, por exemplo, acreditava em uma perspectiva “cósmica, não antropomórfica”, de Deus. Apontava que o antropomorfismo era uma necessidade do homem comum para compreender a divindade. O cientista iria por outro caminho, mais abstrato e menos sincrético. Mas ambos (sujeito da multidão e sujeito de ciência) podiam ver-se irmanados ante a circunstância divina.

O presente estudo aborda algumas questões decorrentes das interfaces entre alguns ramos da ciência e religião: medicina e religiosidade; psicologia e da religiosidade; educação e religiosidade. O objetivo do presente ensaio é elaborar uma revisão crítica dos principais textos sobre o tema, buscando-se apontar algumas sendas para futuras investigações.

Medicina e religiosidade

A área da saúde é uma das que, mais precoce e profundamente, tem investigado o tema medicina versus religiosidade.

O setor médico, em especial, dedica, há algumas décadas, sobretudo a dos anos 90, uma grande atenção ao tema. Quem não ficaria estarrecido até bem pouco, seja médico ou religioso, diante de afirmativas como:

1.  estados de meditação profunda, de experiências místicas intensas ou de imersão religiosa associam-se às alterações eletroencefalográficas;

2.  técnicas de imagens cerebrais, tipo Spect (single photon emission computed tomography) ou Pet (positron emission tomography), ou ressonância magnética mostram aumento de atividade em algumas áreas cerebrais e diminuição em outras áreas durante os estados mentais-corporais antes referidos;

3.  experiências místicas e meditativas são processos, provavelmente, mensuráveis e quantificáveis;

4.  o bem-estar espiritual é uma das dimensões de avaliação do estado de saúde, junto às dimensões corporais, psíquicas e sociais;

5.  médicos defendem que a reza intercessória (por outrem) pode ser um fator coadjuvante no tratamento de pacientes cardíacos.

Qualquer dessas afirmativas soaria, há duas ou três décadas, como algo completamente estranho e ilegítimo, tanto ao pensamento religioso quanto ao científico. Ciência e religião eram campos historicamente opostos, pelo menos, na cultura do ocidente. O apego da cultura ocidental por um pensamento linear (causalista e simplificador) e seu encantamento pelos avanços tecnológicos e sua crença numa filosofia empirista – em síntese, a adição ocidental ao positivismo estrito – configuram um conjunto de condições que, provavelmente, proporcionaram o isolamento e estimularam os conflitos entre religiosidade e pensamento científico.

Hoje, afirmar que a religiosidade de uma pessoa afeta seu corpo, sua mente, sua interação com os outros, além de seu espírito soa menos estranho, embora ainda seja, em muitos círculos, motivo para desconfiança e inquietação.

Atualmente, os estudos sobre os efeitos da religiosidade já se mostram sustentados por algumas evidências, inclusive empíricas. Estudos com Pet, em sujeitos capazes de meditação profunda praticando ioga, mostraram um aumento do metabolismo da glicose cerebral, quando se avaliou a relação dessa atividade metabólica entre as zonas frontal e occipital.4 Na mesma direção, estudos de Newberg et al5 evidenciaram aumento significativo da atividade cerebral, na região do córtex pré-frontal, durante a meditação, o que é consistente com o processo de atenção focalizada.O exame mais detalhado das relações entre religiosidade e condições físicas, psíquicas e sociais do indivíduo só pôde ocorrer depois que a cultura conseguiu desatrelar-se do pensamento positivista estrito, dominante até o século XX. Nas últimas décadas, o processo de emergência de um novo paradigma, fato que está ainda a ocorrer,6 é que deu sustentação para que, em lugar de distanciamento e desconfiança, surgisse proximidade e interesse recíproco a religiosos e cientistas.

Maass,7 por exemplo, investiga a tese de que orações podem ajudar a curar doentes. Preces intercessoras dirigidas, antes das intervenções de médicos, a pacientes que se submeteriam a angioplastias trazem resultados positivos, formando, assim, um elo entre espiritualidade e saúde.

Ainda que revistas científicas de impacto elevado, como Lancet, New England Journal of Medicine, Archives of Internal Medicine, JAMA, ampliem gradativamente seus espaços a temas religiosos, atualmente é prematuro e “inapropriado” ligar atividades religiosas a resultados médicos devido à carência de evidências sólidas e aos substanciais assuntos éticos ainda não examinados”.8 Assim, ao considerarem a complexidade e o tempo médico que seriam requeridos para poder tratar desses assuntos em profundidade com os pacientes, vários autores8,9 mostram-se reticentes em prescrever, diretamente, um envolvimento médico amplo sobre temas religiosos durante as consultas. Mas, não apenas a área médica mostra-se investindo nesse assunto.



- Postado por: Drika às 19h59
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PARTE I

RELIGIOSIDADE........ENCONTRO COM DEUS

CADA UM SEGUE SEU CAMINHO

O IMPORTANTE É NAO CORTAR O FIO CONDUTOR

QUE LEVA A DEUS!

A palavra religião vem do latim religio, formada pelo prefixo re (outra vez, de novo) e o verbo ligare (ligar, unir, vincular), e segundo Aurélio (1977) é “a crença na existência duma força ou forças sobrenaturais”, esta crença se apoia em mitos para tornar os lugares sagrados, Joseph Campbell (1991: 49) diz serem os mitos “produtos da imaginação humana e, suas imagens, em conseqüência, embora oriundas do mundo material e de sua suposta história, são, como os sonhos, revelações das mais profundas esperanças, crenças, desejos e temores, potencialidades e conflitos da vontade humana.”.

Que sejam ou não produtos da imaginação humana, fato é que a religião vem sendo um fenômeno bastante estudado. Estudos apontam a melhora surpreendente em pacientes e todos já conheceram na vida fenômenos semelhantes. Quem não conheceu, não buscou e não acredita.....trilha um caminho escolhido e, como todo caminho, deve ser seguido sozinho. Como é bom sentir que não se caminha sozinho.

Resolvi falar disso porque minha vida sempre foi ligada à religião e mais que isso, a Deus. Não importa entrar em uma igreja ou qualquer outra instituição se Deus não conseguir entrar na maior de todas elas, nosso coração e nossa vida. O caminho é tão tempestuoso e difícil que, imaginar a falta de um apoio maior, é sentir-se para sempre órfão.

"TE AMAREI, SENHOR

Me chamaste para caminhar na vida contigo,

Decidi para sempre seguir-te, não voltar atrás.

Me puseste uma brasa no peito e uma flecha na alma,

É difícil agora viver sem lembrar-me de Ti.

TE AMAREI, SENHOR

EU SÓ ENCONTRO A PAZ E A ALEGRIA BEM PERTO DE TI."

 



- Postado por: Drika às 19h57
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ALGUMAS VEZES EU TREMO

COMPLETAMENTE NA ESCURIDÃO

 

MÚSICA

"Escrita por Fredd Mercury e pelo pianista Mike Moran e cantada por Fred junto com a soprano espanhola Montserrat Cabballé, How Can I Go On foi passando de pais para filhos não faz muito tempo e até hoje encanta ouvidos e faz os nossos corações baterem mais rápido em um ritmo de emoção e sentimento de felicidade, principalmente após o lindo encerramento das Olimpíadas de Barcelona, onde os mesmos encantaram ainda mais, os ali presentes, com as suas belas vozes, e com a mais que bela música How Can I Go On."

Eu hoje estive pensando......o que já vem se tornando uma constante. Nâo que eu nunca pensasse, mas agora é como um turbilhão. Às vezes, gostaria, só por uma noite, não pensar. Mas não queria morrer, nem somente dormir. Queria estar acordada e não pensar. Ter a mente limpa, branca, como um palco sem luzes, sem sons.......queria abrir os braços e sentir o vento...não um vento qualquer, mas um vento cheiroso. Sabe, vento cheira. Cada vez de um jeito. Eu queria sentir o cheiro do vento que traria a paz e o amor que ainda não conheci.

Como posso continuar.....

Como posso continuar.....

Por que todo mundo tem que continuar? Por que não podemos um dia, simplesmente parar. Não para pensar. Pensar dói. Parar só para sentir o vento de mente vazia.

Eu não estou triste hoje. Eu tenho algumas metas para 2006, algumas profissionais, sentimentais, físicas.....várias. Mas uma das minhas maiores metas para o próximo ano é esquecer a palavra tristeza. Só tristeza. As outras que conheci este ano, como decepção, raiva, solidão...posso até me lembrar, passar por tudo de novo........mas ficar triste, nunca mais. Pelo menos vou tentar.

Eu fico feia triste. Minha testa abriga uma linhazinha que corta a fronte toda como um pequeno riozinho que pede passagem. É assim que começa, um riozinho e depois vira uma enchente. Não. Nâo e não.

O mais importante é não ter riozinhos que cortam a alma porque aí inunda e molha tudo o que não é para ser molhado.

Não há vida melhor do que aquela que sonhamos em ter. Mas quando os sonhos não dão certo.....tudo fica molhado.

Então........a cada sonho molhado, vou criar um novo, cheio de ventos cheirosos.....

Eu estou ouvindo "How can I go on" de Freddie Mercury............que os ventos nos levem a lugares lindos, sempre.

AH!!! OBRIGADA PELAS NOVAS VISITAS, LOGO OS VISITAREI. OBRIGADA PELOS AMIGOS QUE CONTINUAM ME ACOMPANHANDO.  E IVAN.....OBRIGADA POR SER MEU AMIGO.

 

How Can I Go On

Freddie Mercury

Composição: Freddie Mercury

When all the salt is taken from the sea
I stand dethroned
I'm naked and I bleed
But when your finger points so savagely
Is anybody there's to believe in me
To hear my plea and take care of me?

*How can I go on
*From day to day
*Who can make me stong in every way
*Where can I be safe
*Where can I belong
*In this great big world of sadness
*How can I forget
*Those beatiful dreams that we shared
*They're lost and they're no where to be found
*How can I go on?

Sometimes I tremble in the dark
I cannot see
When the people frighten me
I try to hide myself so far from the crowd
Is anybody there to confort me
Lord...take care of me

Repete *

How Can I Go On (tradução)

Freddie Mercury

Composição: Freddie Mercury

Como posso continuar

Como posso continuar
Como posso continuar
Desta maneira
É como se todo o sal
Fosse retirado do mar
Eu ficaria destronado
Eu estaria nu e sangraria
Mas quando seu dedo
Acusa tão selvagemente
Será que há alguém aí
Para acreditar em mim
Para ouvir meu apelo
E para cuidar de mim?

Como posso continuar
Dia após dia
Quem pode me fortalecer
Em todas as maneiras
Onde posso estar seguro
Onde posso pertencer
Neste gigantesco mundo grande
De tristeza
Como posso esquecer
Aqueles lindos sonhos
Que partilhamos
Eles estão perdidos e eles
Não estão em parte alguma, para se encontrar
Como posso ir em frente

Algumas vezes eu tremo
Completamente na escuridão
Eu não posso ver
Quando as pessoas me assustam
E eu tento me esconder
Bem longe da multidão
Será que há alguém aí
Para me confortar
Senhor para ouvir meu apelo
E para tomar conta de mim

Como posso prosseguir
Dia após dia
Quem pode me fazer forte
Em todas as formas
Onde posso estar seguro
Onde posso pertencer
Neste gigantesco mundo
grande
De tristeza
Como posso esquecer
Aqueles lindos sonhos
Que dividimos
Eles estão perdidos e não estão
Em parte alguma, para serem encontrados

Como posso continuar
Como posso continuar
Como posso continuar


 



- Postado por: Drika às 23h22
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CONHECENDO E........PARTINDO!

 

Vocês já sentiram a sensação de partir? É horrível e às vezes um alívio.

Horrível quando se quer ficar e, um alívio quando já não se pode continuar.

Não falo só de relacionamentos, falo de tudo. Todos vão embora um dia, de uma forma ou de outra.

Amigos vão embora, empregos, bens...sentimentos. Mas nós continuamos ali, conosco , sem arredar um passo sequer. Ir para onde também? Não há como fugir de si mesmo ou, despedir-se como se fôssemos uma escolha. Nâo há escolha. Nós somos e sempre seremos nossa única companhia efetiva.

Mas quando há que se despedir, em certas situações, fica um vazio, como se nunca mais fosse preenchido. É muito difícil deixar as ilusões irem embora quando elas são o abraço que nos aninha.

O medo chega.

Medo de nunca mais ouvir a voz, engolir as palavras, visualizar as idéias......e novamente o vazio. Uma busca desesperada por algo criado, imaginário.

Só espero que o perdão chegue um dia por eu ter que ir embora. Gostaria de entender por que sinto a necessidade de fugir quando alguém gosta de mim? É mais forte que eu...simplesmente me despeço. Como se eu fosse uma ilusão que nunca existiu.

 

FRAGMENTO DO FILME "O PACIENTE INGLÊS"

"Meu amor, estou esperando por você. Quanto tempo dura um dia no escuro?

Ou uma semana? A fogueira se apagou, e eu estou com muito frio.

Devia me arrastar até lá fora, mas haveria o sol.

Estou desperdiçando a luz nas pinturas escrevendo isso.

Nós morremos, nós morremos.

Morremos ricos de amores e tribos, sabores que engolimos,

corpos nos quais entramos e, nadamos como rios.

Medos que escondemos, como nessa caverna triste.

Quero tudo isso marcado no meu corpo.

Somos os verdadeiros países. Não as fronteiras nos mapas,

Com nomes de homens poderosos.

Sei que virá e me levará para o palácio dos ventos.

É tudo o que eu queria, andar nesse lugar com você, com amigos...

Uma terra sem mapas.

A lâmpada se apagou, e estou escrevendo no escuro."



- Postado por: Drika às 13h01
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FOREVER!

 

Tem certas coisas que são para sempre. Outras não.

Minha mãe é para sempre. Meus amigos não são. Alguns sim. Outros não.

Não é interessante esta inconstância da vida? Esse vai e vem, como as ondas.

Sabe o que é realmente intrigante? A disciplina e perseverança dos grandes atletas. Por que eles se submentem a isso? A força de um desejo talvez, o desejo de se superar, de alcançar.

Eu deveria buscar isso e me esquecer de pequenos valores que mudam ao longo da vida. Nada é para sempre mas a busca e o caminho que se escolhe talvez seja a diferença de muitos. As pedras e as flores vão sempre nos acompanhar, talvez mais pedras que flores....mas e daí? Nada é para sempre, nem o amor, nem a dor, nem as alegrias que se condensam em alguns momentos, nem a vida!

Um dia tudo acaba. A tormenta também. O som do mundo. As cores. Os sonhos. As realizações. Para uns termina antes do esperado. Por isso que a vida é valiosa. Pela expectativa da morte. Aquilo que pode ser perdido passa a ser valioso.

Me pergunto o que é para sempre?

As impressões que levamos da vida ou a construção que nela se fez?

Pensar na vida sob a perspectiva da morte ou, na morte, sob a perspectiva da vida. Talvez isto seja para sempre. No mais......são só ondas.

Minha melhor vida foi na infância.

charles12.jpg



- Postado por: Drika às 16h56
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FUTURO

A Mulher Desiludida Lançado 09/11/2003

Filósofa, mulher de Jean-Paul Sartre e mais famosa escritora feminista, Simone reuniu nesse livro três novelas de mulheres de meia idade que, repentinamente, enfrentam crise, solidão e fracasso. Na novela que dá título ao livro, uma esposa abandona a serenidade ao descobrir que o marido tem um caso. Em O Monólogo, uma mulher remói as frustrações que acumulou na vida ao passar o Ano Novo sozinha.

"Uma porta fechada, qualquer coisa que espreita, atrás. Ela não se abrirá se eu não me mexer. Jamais. Parar o tempo e a vida. Mas eu sei que mexerei. A porta se abrirá lentamente e eu verei o que tem detrás. É o futuro. A porta do futuro vai se abrir. Lentamente. Implacavelmente. Estou no limiar. Só existe esta porta e o que espreita atrás dela. Tenho medo. E não posso chamar ninguém por socorro. Tenho medo."

(Mulher desiludida, Simone de Beauvour).

Sinopse

da Folha de S.Paulo

Simone de Beauvoir foi uma das vozes mais atuantes e autorizadas do feminismo no século 20, quase um emblema. Casada com o filósofo Jean-Paul Sartre, autora do polêmico ensaio O Segundo Sexo (1949), Beauvoir lançou em 1967, pouco antes de completar 60 anos de idade, sua melhor obra literária: A Mulher Desiludida.

O livro reúne três narrativas sobre uma questão central, que poderia ser definida como "a condição feminina", numa sociedade ainda dominada pelos homens.

A essa altura o leitor pode estar achando que tem nas mãos uma tese sociológica disfarçada de ficção. Nada disso. O grande mérito de A Mulher Desiludida é conseguir superar os pressupostos ideológicos da escritora e criar, a partir daí, grande literatura.

Na primeira narrativa, a mais autobiográfica, vemos um casal de intelectuais maduros, ambos de esquerda, em conflito com as posições cada vez mais conservadoras do filho, Philippe. O conto prenuncia não só as reflexões posteriores de Beauvoir sobre a velhice, mas também o confronto de gerações que explodiu em maio de 68.

O segundo quadro deste tríptico é o monólogo angustiado de Murielle, que, depois de dois casamentos fracassados e do suicídio da filha, rumina em solidão o seu ódio pelo mundo e por um Deus que talvez não exista.

Na última história, a mais longa, acompanhamos o irreversível desabamento da vida familiar de Monique, uma típica dona-de-casa que de repente se vê abandonada pelo marido e desprezada pelas filhas.

Biografia

do Banco de Dados


Simone Lucie-Ernestine-Marie-Bertrand de Beauvoir nasceu em Paris, em 1908. Forma-se em filosofia, em 1929, com uma tese sobre Leibniz. É nessa época que conhece o filósofo Jean-Paul Sartre, que será seu companheiro de toda a vida.

Em 1945, ela funda, com Sartre, o combativo periódico Les Temps Modernes.

Escritora e feminista, Simone de Beauvoir fez parte de um grupo de filósofos-escritores associados ao existencialismo - movimento que teria enorme influência na cultura européia de meados do século passado, com repercussões no mundo inteiro.

Em 1949 publica O Segundo Sexo, pioneiro manifesto do feminismo, no qual propõe novas bases para o relacionamento entre mulheres e homens. Os Mandarins é de 1954; nesse mesmo ano, Beauvoir ganha o prêmio Goncourt.

Ela e Sartre visitaram o Brasil entre agosto e novembro de 1960; foram também a Cuba, recebidos por Fidel Castro e Che Guevara. Sempre tiveram marcada atuação política, manifestando-se contra o governo francês por suas intervenções na Indochina e na Argélia; contra a perseguição dos judeus durante a Segunda Guerra; contra a invasão americana do Vietnã e em muitas outras ocasiões.

Simone de Beauvoir morreu em Paris, em 14 de abril de 1986. Entre seus muitos livros, vale ressaltar O Sangue dos Outros (1945), Uma Morte Muito Suave (1964) e A Cerimônia do Adeus (memórias da vida com Sartre, 1981).

COMO LER É MARAVILHOSO. PREENCHE TANTAS LACUNAS. HAVIA ME ESQUECIDO QUE PARA VIAJAR BASTA ABRIR UM LIVRO.



- Postado por: Drika às 23h29
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PARTE II

O Codigo Da Vinci

Por Elisa Marconi e Francisco Bicudo

Entre o personagem histórico que mobilizou comunidades judaicas em nome de um ideal de fé e purificação, a partir da crença nos ensinamentos de um Deus, e um personagem fictício, não divino e secundário, que apenas se casou com uma mulher -- essa sim, líder de discípulos que espalhariam a Boa Nova pelo mundo --, há uma distância abismal. O homem citado acima nas duas histórias possui o mesmo nome: Jesus Cristo. Para os seguidores da primeira versão -- e eles não são poucos, atendem pelo nome de cristãos e representam boa parte da civilização do mundo --, ele era o filho de Deus, que veio ao mundo para perdoar os pecados humanos e preparar seu povo para o Juízo Final. Já os que conhecem o segundo relato sabem que se trata do personagem principal do polêmico livro do ex-professor ginasial norte-americano, Dan Brown.

"O Código Da Vinci", obra que trata da vida desse último Jesus, foi lançado há pouco mais de um ano nos Estados Unidos e há um mês no Brasil. De lá para cá, além de alcançar a surpreendente marca de 6 milhões de exemplares vendidos, o livro também conseguiu promover muita polêmica. Católicos, protestantes e estudiosos das religiões afirmam que se trata de uma afronta à figura histórica do Jesus de Nazaré. Críticos literários colocam que essa é apenas uma obra de ficção. Já o autor garante que as teorias presentes na história têm valor. O resultado disso é que Igrejas e teólogos estão se mobilizando e lançando novos livros que rebatem as idéias contidas em "O Código Da Vinci", e um autor feliz da vida por ver sua cria figurar há 56 semanas no topo da lista das ficções mais procuradas pelo público dos EUA. Isso tudo, claro, permeado por muita confusão na cabeça das pessoas comuns.

"É uma ficção e deve ser lido assim. O Jesus que aparece no livro nada tem a ver com a figura histórica de Jesus Cristo. O autor batizou o personagem dele com o mesmo nome claramente para gerar polêmica, simplesmente porque a discussão ajuda a vender os livros", começa a desvendar o mistério o professor de Teologia da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), Fernando Altenmeyer. Contudo, segundo Dan Brown, o enredo está baseado em passagens verdadeiras da vida de Jesus, que a Igreja Católica fez questão de esconder. "Mais ou menos. O livro segue alguns momentos que, de fato, estão descritos, mas segue só o que interessa. Pula acontecimentos, mistura as coisas", rebate Altenmeyer.


Se toda essa polêmica acendeu no leitor a vontade de conhecer o personagem ficcional de Dan Brown e de desvendar um pouco mais profundamente o personagem histórico para, no final ter uma opinião pessoal, Fernando Altenmeyer dá mais uma dica: "Leia â?~O Código Da Vinciâ?T e depois confronte-o com o Evangelho de São Marcos". O professor de Teologia da PUC-SP garante que o leitor se tornará capaz de tirar as próprias conclusões. Agora, é só mergulhar

Este texto foi publicado no Boletim Eletrônico do SINPRO-SP (Sindicato dos Professores), ano II, No. 52, recebido pelo HISTORIANET em 15 de maio de 2004.



- Postado por: Drika às 22h32
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PARTE I

O CÓDIGO DA VINCI

Acabei de ler o livro hoje. Me lembrei de outro livro que li: "Madame Bovary". Na época que foi lançado foi um escândalo e o seu autor Flaubert respondeu por um processo em tribunais por se tratar de tamanha veracidade o assunto de adultério que, todos queriam saber quem era Madame Bovary. Sr.Flaubert em resposta disse que a Madame Bovary era ele próprio.

Obras de ficção têm isso. Tamanha maestria em escrever ou abordar assuntos que fica-se na dúvida. Verdade ou mentira.

Trechos do livro....

"A Bíblia é um produto do homem, minha querida. Não de Deus. A Bíblia não caiu magicamente das nuvens. O homem a criou como relato histórico de uma época conturbada, e ela se desenvolveu através de incontáveis traduções, acréscimos e revisões. A história jamais teve uma versão definitiva do livro."

"Constantino mandou fazer uma Bíblia novinha em folha, que omitia os evangelhos que falavam do aspecto humano de Cristo e enfatizava aqueles que o tratavam como divino. Os evangelhos anteriores faram considerados heréticos, reunidos e queimados....

qualquer pessoa que escolhesse os evangelhos proibidos em vez da versão de Constantino era considerada herege. A palavra herege vem desse momento histórico. A palavra latina herecticus significa "escolha". Aqueles que "escolheram" a história original de Cristo foram os primeiros hereges do mundo."

....quase tudo o que nossos pais nos ensinaram sobre Jesus Cristo é mentira....

....o casamento de Jesus e Maria Madalena faz parte dos registros históricos.

...e a companheira do Salvador é Maria Madalena. Cristo amava-a mais do que a todos os discípulos e costumava beijá-la com freqüência na boca. O restante dos discípulos ofendiam-se com isso e expressavam sua desaprovação. Diziam a ele: "Por que tu a amas mais do que a nós todos?" 



- Postado por: Drika às 22h20
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MEU NOVO BLOG. ATÉ ISTO VOU MUDAR.



- Postado por: Drika às 20h27
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